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📰 Fiscais de Tributos ocupam cargos estratégicos na Sefaz-MT e ampliam eficiência no controle da arrecadação

Publicado em 27/03/2026 às 09:11

📰 Fiscais de Tributos ocupam cargos estratégicos na Sefaz-MT e ampliam eficiência no controle da arrecadação
Em um cenário de crescente complexidade econômica e necessidade de maior precisão na gestão fiscal, a ocupação de áreas estratégicas por Fiscais de Tributos Estaduais na Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) tem contribuído para qualificar o monitoramento da arrecadação e aprimorar o funcionamento do sistema tributário. À frente da Coordenadoria de Controle de Combustíveis e Biocombustíveis e da Superintendência de Controle e Monitoramento, os fiscais Marcel Martins e Paolo Raphael Silva de Albuquerque, respectivamente, conduzem estruturas centrais para o acompanhamento de setores sensíveis da economia e de grandes contribuintes.

No setor de combustíveis, caracterizado por alto volume financeiro, operações complexas e histórico de riscos fiscais elevados, o acompanhamento contínuo das operações permite identificar inconsistências com agilidade, coibir práticas irregulares e assegurar o correto recolhimento do ICMS. A atuação também impacta diretamente o ambiente concorrencial, reduzindo distorções e protegendo empresas que atuam dentro da legalidade.

“A fiscalização atua também na organização do mercado. Quando há controle qualificado, empresas regulares deixam de competir em desvantagem com aquelas que adotam práticas indevidas”, observa Marcel, ao destacar o alcance dessa atuação.

Entre os principais desafios desse segmento estão a complexidade das cadeias interestaduais, o uso de estruturas empresariais sofisticadas e a necessidade de análise de grandes volumes de dados em tempo reduzido. Para enfrentar esse cenário, a atuação tem incorporado o uso intensivo de tecnologia e inteligência fiscal, com cruzamento automatizado de dados de obrigações acessórias, como EFD e NF-e, permitindo maior precisão nas análises e direcionamento das ações. “Estamos avançando para uma lógica orientada por risco, com foco preventivo e maior eficiência no uso das informações disponíveis”, acrescenta.

Já na Superintendência de Controle e Monitoramento, responsável pelo acompanhamento de grandes contribuintes e pela recuperação de valores relevantes aos cofres públicos, a atuação exige decisões técnicas, leitura estratégica de dados e capacidade de antecipação de cenários.

Segundo Paolo, a formação do FTE se conecta diretamente às exigências da função. “O domínio da legislação, da auditoria e do planejamento fiscal contribui para decisões mais consistentes e para o aprimoramento dos mecanismos de controle da arrecadação”, explica.

Entre os desafios atuais da área estão a implementação da reforma tributária, a análise dos créditos de ICMS declarados e a necessidade de modernização dos sistemas de controle. A integração entre experiência prática e uso de tecnologia aparece como caminho para avançar na eficiência da gestão fiscal.

Com trajetória na Receita Federal e experiência em funções de liderança, Paolo destaca a importância da inovação aplicada à gestão. “Há espaço para evoluir em automação, inteligência fiscal e organização das informações, ampliando a capacidade de antecipação de riscos e qualificação do controle”.

Para o presidente do Sindicato dos Fiscais de Tributos Estaduais de Mato Grosso (Sindifisco-MT), Flávio Emílio Rodrigues Auerswald, a presença de fiscais em áreas estratégicas eleva o nível técnico da administração tributária e contribui para resultados mais consistentes. “Quando o Estado conta com profissionais da carreira nessas posições, ganha em qualidade de análise, capacidade de resposta e consistência nas decisões, com reflexos diretos na arrecadação e na organização do ambiente econômico”.

Na avaliação da presidente da Associação dos Fiscais de Tributos Estaduais de Mato Grosso (Afismat), Denize Aparecida Capilé Guedes, a atuação desses profissionais demonstra a capacidade da carreira de contribuir para uma gestão pública mais eficiente e conectada às demandas atuais. “São profissionais com conhecimento aprofundado do sistema tributário, capazes de transformar técnica em resultados concretos para a sociedade, seja no fortalecimento da arrecadação ou na melhoria do ambiente de negócios”.

A atuação de fiscais de tributos estaduais em funções estratégicas evidencia a relevância da carreira para o funcionamento do Estado, integrando conhecimento técnico, uso de tecnologia e tomada de decisão qualificada em benefício da coletividade.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindifisco-MT

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