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Difícil cravar qual modelo de reforma do IR será aprovada porque deve haver longa discussão no Senado, diz secretário do Tesouro

Publicado em 15/09/2021 às 10:27

 

O secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, afirmou nesta segunda-feira que a proposta de reforma do Imposto de Renda (IR) aprovada na Câmara dos Deputados leva, “no geral”, a uma “redução da carga tributária”. Bittencourt participou de live promovida pela Genial Investimentos.
 

 

Ele lembrou que é “difícil cravar qual o modelo” que será aprovado no fim, já que “ainda vai haverá uma longa discussão no Senado”.


De acordo com o secretário, uma “reforma [tributária] ampla precisa ser feita, urge”, mas esbarra em dificuldades políticas. Na avaliação dele, uma reforma que envolvesse, por exemplo, a questão federativa “teria dificuldade muito grande de ser aprovada”.
 

Bittencourt ainda disse que “com os instrumentos fiscais que nós temos”, sendo o teto de gastos e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) respeitados, “o risco de termos explosão de gastos [ligados à eleição] no ano que vem é muito baixo”.

 

Primário melhor

 

Ele disse ainda que no fim de 2022 o país estará com capacidade para gerar resultado primário melhor do que antes da pandemia. “Se há alguns ruídos, discussões, eles podem mascarar as reformas que foram feitas”, afirmou em live promovida pela Genial Investimentos.

Ele disse ainda que a melhora que vem se tendo, por exemplo, com redução dos gastos não pode servir para “relaxamento fiscal absurdo”. Bittencourt destacou que o Brasil tem dívida muito maior do que seus pares e historicamente mais cara.

A previsão é de que as despesas representem 17,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022. No terceiro trimestre deste ano, a despesa para 2021 estava estimada em 18,9% do PIB. Ele afirmou que a houve uma redução expressiva na velocidade de crescimento dos gastos com Previdência, ainda sem incorporar resultados mais positivos da reforma.

 

O secretário destacou que, em menos de um ano, o déficit do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) teve uma queda de 10%. “Temos um estoque de medidas que estão trazendo resultados e mostrando uma foto melhor do que era esperado.”

 

Depois de registrar um déficit fiscal na casa de 10% do PIB em 2020, o Brasil tem diante de si a perspectiva de chegar a 1,8% do PIB em 2021, disse há pouco o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt.

(Esta reportagem foi publicada originalmente no Valor PRO, serviço de informações e notícias em tempo real do Valor Econômico)

 

Fonte: Valor Investe

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