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Secretários defendem manutenção do auxílio emergencial às pessoas de baixa renda

Publicado em 06/10/2020 às 16:47

O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, participou na noite de quarta-feira (30) do debate promovido pelo Foro Inteligência, em nível nacional, para discutir os riscos de uma crise estrutural nas finanças dos estados. Desse primeiro evento participaram outros quatro secretários estaduais de Fazenda e Finanças, Henrique Meirelles (São Paulo), Décio Padilha da Cruz (Pernambuco), Rafael Tajra Fonteles, (Piauí) e Renê Garcia (Paraná).
 

Unanimemente os titulares da Fazenda defenderam a manutenção do auxílio emergencial que o governo federal vem repassando às pessoas com baixa renda.
 

Na sua palestra, o secretário Rogério Gallo destacou o conjunto de medidas adotadas pelo Governo do Estado, a partir de 2019, principalmente no que tange à questão da isonomia para os incentivos fiscais e o controle das despesas.
 

“Em 2019 nós tínhamos um queijo suíço cheio de buracos que eram, no caso, os incentivos fiscais. E mais a trajetória crescente com as despesas com pessoal que estavam descontroladas. Nós tivemos em 2020 exatamente o oposto, o controle da despesa com pessoal e, do mesmo lado, um incremento de arrecadação em função dos cortes dos incentivos fiscais, sobretudo do comércio varejista e atacadista. Fizemos a correção que permitiu que Mato Grosso tivesse um comparativo com 2019, um reforço de arrecadação”, explica Rogério Gallo.

 

O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, participou na noite de quarta-feira (30) do debate promovido pelo Foro Inteligência, em nível nacional, para discutir os riscos de uma crise estrutural nas finanças dos estados. Desse primeiro evento participaram outros quatro secretários estaduais de Fazenda e Finanças, Henrique Meirelles (São Paulo), Décio Padilha da Cruz (Pernambuco), Rafael Tajra Fonteles, (Piauí) e Renê Garcia (Paraná).
 

Unanimemente os titulares da Fazenda defenderam a manutenção do auxílio emergencial que o governo federal vem repassando às pessoas com baixa renda.
 

Na sua palestra, o secretário Rogério Gallo destacou o conjunto de medidas adotadas pelo Governo do Estado, a partir de 2019, principalmente no que tange à questão da isonomia para os incentivos fiscais e o controle das despesas.
 

“Em 2019 nós tínhamos um queijo suíço cheio de buracos que eram, no caso, os incentivos fiscais. E mais a trajetória crescente com as despesas com pessoal que estavam descontroladas. Nós tivemos em 2020 exatamente o oposto, o controle da despesa com pessoal e, do mesmo lado, um incremento de arrecadação em função dos cortes dos incentivos fiscais, sobretudo do comércio varejista e atacadista. Fizemos a correção que permitiu que Mato Grosso tivesse um comparativo com 2019, um reforço de arrecadação”, explica Rogério Gallo.

 

Fonte: Sefaz

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