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SINDIFISCO-MT celebra seus 30 anos de luta pela valorização dos Fiscais de Tributos Estaduais

Publicado por Pau e Prosa Comunicação em 21/07/2020 às 08:57

SINDIFISCO-MT celebra seus 30 anos de luta pela valorização dos Fiscais de Tributos Estaduais
No dia 21 de julho o Sindicato dos Fiscais de Tributos Estaduais de Mato Grosso (SINDIFISCO-MT) completa 30 anos de história. Uma história que se confunde com o período de democratização do país, de desenvolvimento do sindicalismo e de reconhecimento da importância da classe para o estado e, consequentemente, para a sociedade. É também momento de um importante passo para a entidade: o início da construção da tão sonhada sede própria.

A trajetória remonta ao ano de 1989, quando os Fiscais de Tributos Estaduais filiados à antiga Associação dos Fiscais de Tributos Estaduais (AESAF), decidiram que era hora de criar uma entidade que fosse a porta-voz da categoria. No ano seguinte, estava criado o SINFATE. Na ata de criação, a atual diretora de Aposentados, Denize Aparecida Capilé Guedes, lembra-se de todos os detalhes que levaram à formação do Sindicato e das verdadeiras batalhas empreendidas para valorização dos Fiscais. 

O primeiro presidente, conta ela, foi Faustino Dias Neto, que inclusive foi prefeito de Santo Antônio de Leverger algumas vezes. A partir dele foram se sucedendo diretorias que lutaram pelas causas da classe. Segundo ela, era preciso promover a valorização do trabalho dos Fiscais e mostrar sua importância para o estado. “São poucos os governos que entendem isso. Parece que trabalham contra o Fisco. Então nós tivemos batalhas árduas mesmo. E agora temos outras, como a da Reforma Tributária”, exemplifica.

Outro pioneiro, Antônio Moreno, que hoje auxilia o SINDIFISCO-MT na assessoria jurídica, frisa que a luta foi sempre no sentido de mostrar que se trata de uma categoria que combate a sonegação e defende a integralidade de recursos necessários para contribuir com o estado e políticas públicas.  “O Sindicato defendeu e defende que este profissional seja capacitado tecnicamente, tenha uma remuneração compatível com o cargo, mas que atue com ética na defesa de princípios e na preservação da arrecadação do estado”, salienta.

Segundo Moreno, a experiência na entidade foi um grande aprendizado, sobretudo nos primeiros anos, afinal estava-se aprendendo a fazer sindicalismo. Ele lembra que a Constituição havia sido promulgada recentemente e que eram muitas as dúvidas quanto à atuação de servidores públicos em sindicatos, cabendo ao Supremo Tribunal Federal (STF) intervir e solucionar o questionamento.

Representatividade
Moreno chega a se espantar quando se dá conta de que passou tanto tempo, mas orgulha-se de ver como o SINDIFISCO-MT cresceu e a importância que tomou em Mato Grosso. “Qualquer sindicato que consiga completar 30 anos é digno de respeito. Porque 30 anos gerenciando conflitos, interesses, discussões, e a instituição passar por isso significa que é sólida, respeitada e tem uma importância essencial para a categoria”, enaltece.

O atual diretor para Assuntos Parlamentares, Ricardo Bertolini, e membro da Diretoria por 11 anos, acompanhou este processo e também se mostra muito feliz com a marca e a importância do Sindicato ao longo do tempo. “Ele é hoje uma entidade de referência. Conhecida aqui por todas as autoridades estaduais, e também fora do estado, pelas batalhas, pelas lutas que encampamos não só dos nossos filiados, da nossa carreira, mas em defesa da sociedade, de uma tributação justa, de um incentivo fiscal que dê retorno à sociedade”, afirma.

A palavra do Sindicato, ressalta ele, conquistou relevância nas principais discussões da sociedade atual, como as Reformas da Previdência e Tributária. “Somos sempre chamados a dar opinião e a participar dos grandes assuntos que são tratados aqui no estado”, orgulha-se.

Sede própria
O atual presidente do SINDIFISCO-MT, João José de Barros, frisa que, apesar de não poder ser feita uma festa para comemorar os 30 anos, por conta da pandemia, a data não passará em branco. Na verdade, ficará marcada pelo pontapé inicial para a construção da sonhada sede própria, que já possui projeto aprovado e construtora responsável contratada. “Desde o início da existência do Sindicato nós nunca tivemos uma sede própria e é algo pelo qual nós estamos batalhando há muitos anos”, diz ele.

É uma construção coletiva, ressalta João José. “É um momento de muito orgulho, mas eu não poderia deixar de destacar as gestões anteriores que propiciaram as condições para que pudéssemos dar início a esta obra. Temos que lembrar desde a colaboração dos colegas que fizeram doação de parte de seus direitos salariais recebidos lá atrás, assim como também as gestões do Otarci [Nunes da Rosa] e do Ricardo [Bertolini] e a economia de recursos, bem como o trabalho que fizemos no sentido de transformar os créditos alimentares em dinheiro”, elenca.

Sobre esta negociação, o presidente do Sindicato à época, Otarci Nunes da Rosa, se recorda que por iniciativa e espírito coletivo de 57 Fiscais, que repassaram 10% do valor dos direitos salariais recebidos à entidade, outros filiados tiveram a mesma atitude. Com isto, as contribuições ao SINDIFISCO-MT foram aumentando, viabilizando o sonho da sede. “Eu lembro da equipe que tínhamos na Diretoria do Sindicato naqueles tempos e de fato eram pessoas muito dedicadas à entidade e a carreira dos Fiscais. Tenho muito orgulho em relembrar das conquistas importantes, como melhorias salariais e melhores condições de trabalho. Nossa carreira era totalmente desarticulada e hoje é muito mais forte. Um FTE ingressando no serviço público hoje, ganha quase o que um servidor recebia no final da carreira há anos atrás. Foi um progresso muito importante”, recorda.

 “Há 25 anos eu lembro que existia um projeto que ficava na sala de recepção, no hall de entrada do Sindicato, que era a sede dos sonhos”, conta Antônio Moreno. De acordo com ele, havia inclusive a ideia de construí-la em um terreno que foi doado para a associação e o sindicato recebeu na sucessão patrimonial, mas se mostrou inviável pela geografia do local. “É uma luta de muitas diretorias, muitas gestões”, reforça.

“Fico feliz por essa comemoração de 30 anos, principalmente em um momento como este em que estamos prestes a finalizar um sonho que conheci quando a nossa turma chegou em Mato Grosso, no concurso de 2001/2002. Se Deus quiser, no meio do ano que vem vamos ter a sede pronta, não terá mais pandemia e vamos fazer uma grande festa, com a carreira solidificada, mais forte, mais atuante e concisa nas nossas atuações”, projeta Ricardo Bertolini.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

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