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Sindicato de MT pede suspensão de campanha do MBL contra servidor

Publicado em 22/01/2018 às 14:01

O Sindicato de Fiscais de Tributos do Estado de Mato Grosso (SINDIFISCO-MT) protocolou esta semana uma ação por danos morais coletivos por conta de uma campanha difamatória divulgada pelo Movimento Brasil livre (MBL). 

A atuação faz parte de uma estratégia coordenada pela Federação Nacional do Fisco (FENAFISCO) para suspender a veiculação da campanha do MBL, que difama de forma generalizada os servidores públicos tentando forjar uma imagem e manipular a opinião pública de que eles seriam os culpados pela suposta existência de um rombo na previdência pública. Na ação, o sindicato pede a suspensão da veiculação da campanha e o pagamento por danos morais coletivos. 

“É uma campanha que ataca os servidores públicos de todo o país sem trazer elementos que levem à reflexão sobre o real problema da previdência no Brasil. Não é privar a expressão do movimento a favor da Reforma da Previdência, é atuar de forma a evitar abusos e inverdades sobre a origem do problema”, afirma o presidente do SINDIFISCO em Mato Grosso, Ricardo Bertolini.

Além de Mato Grosso, os sindicatos dos Agentes Fiscais de Renda de São Paulo (SINAFRESP), o de Auditores Fiscais de Pernambuco (SINDIFISCO-PE) e  Auditores Fiscais do Acre (SINDIFISCO-AC) estão entre os primeiros a proporem ações por danos morais coletivos.

A campanha divulgada pelo MBL nas mídias sociais e whatsapp reforça uma tese, sustentada pelo Governo Federal, autor da proposta da Reforma da Previdência, de que é necessário cortar privilégios e que os servidores públicos federais, estaduais, distritais e municipais são os culpados.  

Na ação, o SINDIFISCO-MT afirma que a campanha tem o objetivo de colocar a população contra os servidores públicos a partir da divulgação de fatos inverídicos, como a infâmia de que os servidores são todos marajás às custas do “roubo” do dinheiro dos mais pobres. Outro entendimento sobre a campanha que serve de argumento para a ação é que o MBL usa de terrorismo para impor temor aos aposentados para buscar apoio à reforma da previdência.

A ação, protocolizada dia 15 de janeiro, tramita na 10ª vara cível da Justiça Estadual de Mato Grosso, sob a numeração nº 1000527 – 96.2018.8.11.0041          .

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

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